Neste livro de Inez Andrade Paes há poemas implacáveis que ordenam em nós unha combinação de imagens, de memórias, de ideias, de cumplicidades que são elementos condutores que tomam residência na palavra, fruto duma imperturbável elucubração e duma metafísica que nos descobre outro grau de amor, de ternura e de vida paciente na exaltação da paixão que nos libera e por vezes nos lacera. Como a poeta diz: “ficam os restos para os que sem paixão se movem tristes / liberto mais / ainda mais / porque de mim se o amor me move / a paixão ainda é mistério”.
Nesta entrega discursiva o poema toma um ritmo ascendente no que nos insinua a poeta, sobre o que apreciamos do mistério. Porque o mistério é algo inerente á pertença e permanência do amor em seu acervo cara unha glória que não esquiva os sofrimentos. Vem a ser algo importante na nossa vida que perfeitamente se proclama em este livro poético, que nos vem da mão duma autora, de buscas e rebuscas, que não profana o sentido mais puro e espiritual da exaltação humana, invertida no cânon poético. O amor ordenado na paixão mais viva e nunca errante; na esperança e no mistério de ser livre, como marcam os diversos relatos que se proclamam nos versos de Andrade Paes.
Estamos ante um livro de poemas no que se diversifica a sua utilidade, não só como um ato de leitura para recrearmos na forma e na linguagem que se oferece nestes versos, de árdua elaboração que faz com que a palavra não fique em silêncio para que todos participem dela e possam avaliar os registros pormenorizados “Da eterna vontade”.
Neste livro de Inez Andrade Paes há poemas implacáveis que ordenam em nós unha combinação de imagens, de memórias, de ideias, de cumplicidades que são elementos condutores que tomam residência na palavra, fruto duma imperturbável elucubração e duma metafísica que nos descobre outro grau de amor, de ternura e de vida paciente na exaltação da paixão que nos libera e por vezes nos lacera. Como a poeta diz: “ficam os restos para os que sem paixão se movem tristes / liberto mais / ainda mais / porque de mim se o amor me move / a paixão ainda é mistério”.
Nesta entrega discursiva o poema toma um ritmo ascendente no que nos insinua a poeta, sobre o que apreciamos do mistério. Porque o mistério é algo inerente á pertença e permanência do amor em seu acervo cara unha glória que não esquiva os sofrimentos. Vem a ser algo importante na nossa vida que perfeitamente se proclama em este livro poético, que nos vem da mão duma autora, de buscas e rebuscas, que não profana o sentido mais puro e espiritual da exaltação humana, invertida no cânon poético. O amor ordenado na paixão mais viva e nunca errante; na esperança e no mistério de ser livre, como marcam os diversos relatos que se proclamam nos versos de Andrade Paes.
Estamos ante um livro de poemas no que se diversifica a sua utilidade, não só como um ato de leitura para recrearmos na forma e na linguagem que se oferece nestes versos, de árdua elaboração que faz com que a palavra não fique em silêncio para que todos participem dela e possam avaliar os registros pormenorizados “Da eterna vontade”.